Porque as Escrituras afirmam que “o Verbo se fez carne”, alguns homens maus concluíram que o mesmo aconteceu conosco. Já existíamos antes de assumir o corpo que nossas mães nos deram.
Tecnicamente esta heresia é conhecida como “pre-existência da alma”, e se ela não é abertamente confessada hoje, podemos vê-la em muitas afirmações como: “fulano é tão bom que deveria ter ficado no céu”.
Ela também é defendida pelos que pensam que Deus criou todas as almas, e que elas esperam sua vez de entrar em um corpo. Alguns chegam mesmo a dizer que a pessoa é boa ou má, em função do que fez enquanto esperava pelo seu respectivo corpo.
Porém há também aqueles que pregam a reencarnação das almas dos que já morreram. Tais almas voltam constituindo pessoas melhores ou piores conforme foi o comportamento que tiveram na vida passada.
Isso, na realidade, não apenas nega a verdadeira mensagem do Natal, mas nega também o sacrifício de Cristo e a Graça de Deus.
Porém infelizmente já se vê tais absurdos dentro da Igreja. Afinal a quantidade de horas que se gasta com o estudo da Bíblia é muito inferior à quantidade de horas que se gasta sendo doutrinado através de programas que vão de desenhos animados infantis até novelas.
A Secretaria de Missões desses anti-cristos é equipada com as melhores mídias e com os mais eficientes comunicadores.
Porque as Escrituras afirmam que “o Verbo se fez carne”, alguns homens maus concluíram que nosso Senhor e Mestre tomou de Maria um “invólucro” de carne: apenas o corpo. A parte espiritual de Jesus era o Verbo de Deus).
Entretanto as Escrituras nos ensinam que o filho de Maria era homem perfeito. Se nós, os homens, somos constituídos de corpo e alma, foi exatamente isso o que nasceu de Maria.
Eu sei que é complicado imaginar alguém que seja corpo e alma - como todos nós somos - e ao mesmo tempo o Verbo de Deus. Porém é aí que reside o mistério das duas naturezas do Redentor.
Não entendemos, mas exatamente por não entendermos é que nossos antepassados escreveram em nossa Confissão de Fé: “As duas naturezas, inteiras, perfeitas e distintas - a Divindade e a humanidade - foram inseparavelmente unidas em uma só pessoa, sem conversão, composição ou confusão; essa pessoa é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, porém, um só Cristo, o único Mediador entre Deus e o homem.”
Este é o mistério do Natal: o Verbo Divino não assumiu um corpo vazio e sim a nossa natureza. O Verbo Divino nasceu!
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